Algumas vezes eu escolho o amor, sem um sorriso no rosto.

Algumas vezes eu escolho o amor, me sentindo feia, sem utilidade e inadequada.

Algumas vezes eu escolho o amor, me sentindo sozinha e com medo.

Algumas vezes eu escolho o amor, mesmo sem saber o que eu estou fazendo.

Algumas vezes eu escolho o amor, quando essa é a última coisa que eu queria fazer.

Algumas vezes eu escolho o amor, quando a minha paciência já acabou.

Algumas vezes eu escolho o amor, quando eu não tenho mais amor para dar.

Apesar dos obstáculos, apesar das desculpas que eu poderia ter dado,

Apesar das pressões e das distrações do mundo exterior, apesar da vozinha da minha crítica interna, eu escolho o amor. Por que?

Porque eu sempre saio melhor do que quando cheguei. Eu sempre saio um pouco mais leve, um pouco mais em paz, com um pouco mais de esperança, com um pouco mais de gratidão, um pouco mais contente. O amor sempre foi a melhor escolha.

Agora vamos pensar juntos (foi a autora do Hands Free Mama que sugeriu) e se a gente escolher o amor durante 21 dias seguidos? Quais as possibilidades que vamos abrir? Quais conexões vamos formar? Quais os momentos você vai agarrar que caso contrário iria perder? Quem você vai se tornar?

Ao invés de ser

Aquele que está sempre ocupado

Aquele que sempre tem reações exageradas

Aquele que nunca escuta

Aquele que raramente se acalma

Aquele que está sempre acabado

Aquele que vive grudado no telefone

Aquele que perde toda a diversão

Aquele que está desistindo

Talvez você se torne Aquele Que Sempre Quis Ser…

Aquele que sabe escutar

Que abraça

Que perdoa

Que respeita o seu próprio tempo

Que ri com a barriga

Que corre risco

Que solta gargalhadas escandalosas

Que vive o momento

Que sabe viver a vida

Por que? Porque coisas boas começam com amor.

Escolha o amor hoje. Não se preocupe com o que isso vai parecer, não se preocupe com o dia de ontem. Apenas escolha o amor. Alguma coisa me diz que você vai sair dessa bem melhor do que chegou. E então faça de novo.

Nossa sociedade adulta, infantilizada, adora brincar de faz-de-conta: fazemos de conta que cuidamos muito bem de nossas crianças. Criamos leis contra a publicidade infantil e contra a palmada, equipamos nossos carros com travas de porta e cadeirinhas especiais para o transporte, as janelas de casa são protegidas por redes, etc.

Entretanto, cresce o número de crianças esquecidas em carros, nas escolas, deixadas em casa sozinhas. Aumenta o índice de crianças obesas. Crianças maiores têm sofrido mais acidentes, porque não sabem fazer avaliação de risco das situações que exploram. Esses são alguns exemplos dos efeitos que o brincar de "faz-de-conta que cuidamos de nossas crianças" produz."

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Fonte:
http://antesqueelescrescam.com/2015/02/11/a-escolha-do-amor/


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